Contratar o Beto Barbosa

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ABISMOS PROFUNDOS
Postado em 02 de Agosto de 2011
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Quem vive na atmosfera angustiada dos dias, percebe o fenômeno da falta de amor à família e a tudo que se refere aos bons costumes. Tudo por Colocações, profissão, carrões e mansões, esta é a vida dos seres modernos. O melhor de tudo vai ficando para traz (AMOR). Encafuado numa espécie de claustro sombrio, o ser moderno mergulha meditativo, porque sua poesia antiga, esta morando na casa onde sua janela tem visão para o abismo profundo. Sua dor recusa a cura porque ter vale muito mais do que o amor a si e ao próximo. Brota na alma moderna, a entidade perturbadora de si perdida nos versos capitalistas e bem distantes da sabedoria divina. Mas tudo é tão-só uma duração, como é a dor, que por fim se acalma com a morte Será?

Bom dia !!!

Fiquem com Deus !!!


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O VELHO, O MENINO E O BURRO
Postado em 05 de Julho de 2011
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Palavras despertam a potencialidade de quem as falam. Se compulsivamente bobas, fazem perder a beleza artística da xilogravura. A linguagem expressiva do vigoroso ou frágil ser, não facilitará sua entrada no céu ou no inferno, muito menos no rol da fama e da eternidade. O exercício verbal, espiritual, corporal e mental, é fundamental para quem deseja chegar. Há muito me afastei das paixões do mundo, porque meu mundo é coletivo. Sou meu foco com a certeza de que o estilo próprio favorece a vida do corpo e da alma. O velho, o menino e o burro, um conto onde escutar opiniões demais e não ter convicção nos objetivos, não se chega a lugar nem um. Na sela pesada, o caminhar sofrido debaixo de um sol a pino, o jumento carregava o velho, o menino e o precioso alimento. Trabalhavam como andarilhos para ganhar o pão. Em cada esquina, alguém falava “coitado do jumento, esta sofrendo demais carregando enorme peso nas costas”. E assim, o velho e o menino, foram diminuindo o peso das costas do animal ate que, terminaram a dura caminhada, carregando o jumento nas costas. Não conheço o autor do conto o velho o menino e o burro, mas entendi que: aquele que escuta demais e não tem opinião própria, sofrerá um dia por esta fraqueza de espírito. A impregnação das opiniões é constante. Os malabaristas de plantão são apenas oportunistas. As questões sociais são enormes. O gráfico da miséria humana cresce com golpes expressionistas que deformam uns e embelezam a deformidade dos que nada criam e nada fazem. Lesar o povo da nação, não faz parte do meu coração. Quero crer no sentido maior da participação humana na sociedade, principalmente, na desunida e egoísta classe política. Os centralizadores vivem de projetos e verbas do erário. Cantam seus hinos de louvor a suas contas e detonam os míseros salários mensais do trabalhador. O público grande ainda é o herói perdedor. Verbas soltas sempre nas mãos dos velhos políticos acostumados ao balanço preguiçoso de suas velhas redes. Nada fazer é a palavra de ordem.  Cabeça nas estrelas, povo esquecido e, sentindo falta dos homens de bons costumes. Naveguei mares e rios enfrentando grandes desafios. Por isso, não me canso do foco democrático da criação e meu trabalho real voltado para o bem da sociedade que me cerca. Liberdade da mente criativa acima de todos os sentidos opacos da visão é meu foco peregrino. Luto pela  dose certa exigida pelo jurista maior dos céus (DEUS) por ele, a paciência do saber esperar... Já que um dia, a velhice será curada pelos cientistas que ainda não cogitam a droga mágica para acabar de vez com a corrupção humana. Até lá, não estaremos mais aqui. Mas, dos céus, brilhará o destino dos caminhos modernos devastando o corpo das mentes insanas.

A opinião da revisão faz parte da democracia tão esperada por todos !!!

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VERBAS CULTURAIS
Postado em 17 de Maio de 2011
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A unidade corporativa da expressão confusa atrapalha os procedimentos de chegada. A diversidade desta poética corresponde aos absurdos que aconteceram e que continuam acontecendo diante de todos os faroletes de nossa nação. Respingam os pingos de lama na sociedade sofrida e carente pela ilegalidade dos bolinhos que há anos levam nossas verbas culturais e pela cultura nada fazem. Ecad, Ministério da Cultura e sociedades responsáveis por estas arrecadações e distribuições. Segredos da métrica enraizada na tradição do favorecimento são seculares. Conclusão: Os verdadeiros compositores, artistas de estradas e guetos carentes, estão abandonados e confusos por tanta verba saindo para lá, e nada para o lado que se destina “A palhaçada nestes órgãos é um circo sem o verdadeiro talento do artista: O PALAHAÇO  !!! “ BB.

Que a justiça seja feita ainda na terra.

Meu ponto de vista !!!

 

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