Contratar o Beto Barbosa

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O despertar mais profundo dos corações divididos
Postado em 15 de Dezembro de 2011
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Gostei da entrevista que o Professor de Ciência Política da Universidade Federal do Pará Roberto Correa concedeu a UOL, quando declarou sua visão de futuro depois do Plebiscito. Segundo o professor, o plebiscito despertou o conflito do eu sou Paraense e tu não és Paraense. Nas palavras cientificas do Grande mestre, vejo a luta dos conterrâneos do interior por seus direitos como legítima, urgente e urgentíssima... Chegou a hora dos privilegiados e apadrinhados pelos laços antigos da capital, darem suas explicações a sociedade. Neste Rio de sucesso para uns e de falta de sucesso para outros, fica exatamente o que o mestre Roberto Correa observou “EU SOU PARAENSE E TU NÃO ÉS PARAENSE” daqui pra frente, só resta um caminho, Polarizar a educação, Saúde, Segurança, Cultura e encurtar as distâncias para que os conterrâneos não entrem em guerra civil. Chegou a hora de igualar os direitos do povo do interior e dos que sofrem na capital em todos os aspectos sociais. Chegou a hora de valorizar de verdade o Artista da terra na nascente para que depois ele não seja obrigado a dizer que é conterrâneo. Os artistas de fora ganham fortunas quando cantam em Belém, e os de casa, ganham troféus de sobrevivência. A família do Cantor TED MAX na pessoa da viúva BETE MAX, esta ai para provar a luta de seus dias depois da morte de TED MAX que tanto fez pela capital e hoje sua família vive de Aluguel. Ai eu pergunto... O que fazer quando um chefe de família parte inesperadamente e a Capital não escuta seu grito de dor?  Tenho sido incansável como conterrâneo solidário nestas dificuldades que BETE MAX esta enfrentando, mas com a ajuda de Deus e dos amigos de verdade, ela irá alcançar seus sonhos de direito neste Pará que a capital tanto se orgulha em dizer que é de todos. Será?

 

Deus para todos nunca é demais!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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